sábado, 11 de setembro de 2010

Rápida partida

    O Rio, perdeu o seu encanto. Não existe mais aquela pequena grande monstra Rosi.Aquela que ao notar o nosso infortúnio, simplesmente, com o sorriso caseiro, ia chegando e balbuciava a palavra mágica: “amiguinha, amiguinha”.

    Neste “amiguinha, amiguinha” saía toda a sua compreensão, afeto, cumplicidade, tirando de nós toda culpa,tristeza e devaneio...
   Ai Rosi... Pudesse eu dizer: fica mais um pouco! Como você me fez melhor! Como aprendi com você! Imagino que revolução não está aprontando aí em cima. Como o céu enriqueceu com a sua presença!
   Peça a Jesus que nos presenteie com mais uma Rosi, para tornar este mundo melhor.      
                                                             ( Marisia ) Recife, 07.02.2009